Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Lauro

Lauro da Silveira · nasceu em 1944

Lauro se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,25← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012MDB2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo MDB.

VereadorPartidoMDB201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2016: 72 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    MDB 15620· centro-direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2012
    MDB 15620· centro-direita
    suplente102 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Lauro declarou R$ 974,8 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 372,8 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 974,8 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 600.000 na declaração)

Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • LauroR$ 974,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 974,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Um lote de terra com áres de 50 hectaresR$ 649,9 mil
    Outros bens imóveis rural
  2. Uma casa, medindo 11,60X9,60R$ 162,5 mil
    Casa
  3. Um trator equipadoR$ 81,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Uma carreta ano 1996R$ 48,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. 5 Galpões de 12X12 cada umR$ 32,5 mil
    Galpão

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Lauro declarou ao TSE R$ 2,7 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Pinheirinho do Vale (RS) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 2.727
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.727.
  1. Próprio bolsoR$ 2.62196,1%
  2. PartidoR$ 1063,9%

Para onde foi

R$ 2.727
O maior gasto foi com material impresso: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.727.
  1. Material impressoR$ 1.47754,2%
  2. TransporteR$ 1.25045,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Pinheirinho do Vale (RS), 2012

Mediana da disputa: R$ 28,4 por voto. Quem venceu, Valdori (Jeco), gastou R$ 13,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 130; o mais barato, R$ 13,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Derli De Lima PTR$ 5,1 mil · 39 votosR$ 130
  • Marciani PTR$ 3,5 mil · 48 votosR$ 73,2
  • Dione PTR$ 4,2 mil · 94 votosR$ 44,2
  • Vandoir Krug PTR$ 4,3 mil · 127 votosR$ 33,6
  • Jureça PTR$ 4,8 mil · 152 votosR$ 31,4
  • Lovani PDTR$ 6 mil · 204 votosR$ 29,5
  • Carmen MDBR$ 5,1 mil · 181 votosR$ 28,4
  • Rejane PDTR$ 3,8 mil · 154 votosR$ 24,4
  • Professor Nico PTR$ 3,2 mil · 154 votosR$ 20,8
  • Jair PDTR$ 4,1 mil · 234 votosR$ 17,3
  • Leodir Da Costa (Neguinho) PDTR$ 3,3 mil · 194 votosR$ 16,8
  • Valdori (Jeco) PDTR$ 3,2 mil · 244 votosR$ 13,1

Votos por real

  • 2012, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.