Apuração
Vereador · 2008 · PP

Lauro

Lauro Jose Exterkoetter · nasceu em 1952

Lauro disputou uma eleição, em 2008, para vereador (São Bonifácio (SC)), pelo PP: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,67← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPP2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 55 anos, até o fundamental, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PP 11345· direita
    suplente29 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Lauro declarou R$ 278,8 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.

R$ 278,8 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 103.396 na declaração)

Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.

  • LauroR$ 278,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 278,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Residencia de alvenaria em sao bonifacio-scR$ 132,1 mil
    Imóveis
  2. Terreno de 34R$ 71,8 mil
    Bens rurais e animais
  3. Terreno de 27R$ 57,5 mil
    Imóveis
  4. Dinheiro em especieR$ 13,5 mil
    Dinheiro e aplicações
  5. Utilitario jee willys ano 74R$ 3.961
    Outros

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Lauro declarou ao TSE R$ 1,8 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · São Bonifácio (SC) · PP · suplente

De onde veio

R$ 1.802
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.802.
  1. Próprio bolsoR$ 1.45981%
  2. PartidoR$ 34319%

Para onde foi

R$ 1.762
O maior gasto foi com transporte: 55% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.762.
  1. TransporteR$ 96754,9%
  2. ServiçosR$ 61635%
  3. Material impressoR$ 945,3%
  4. EscritórioR$ 864,9%

Quanto custou cada voto: vereador, São Bonifácio (SC), 2008

Mediana da disputa: R$ 30,3 por voto. Quem venceu, Nei, gastou R$ 12 por voto. O voto mais caro custou R$ 256; o mais barato, R$ 12.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Mario DEMR$ 2,6 mil · 10 votosR$ 256
  • Donato Preis MDBR$ 2,9 mil · 42 votosR$ 69,3
  • Jonas DEMR$ 2,9 mil · 70 votosR$ 41,6
  • Backes DEMR$ 2,8 mil · 77 votosR$ 36,9
  • Donato MDBR$ 2,9 mil · 87 votosR$ 33,5
  • Valdinei DEMR$ 2,9 mil · 92 votosR$ 31,8
  • Remelda DEMR$ 2,9 mil · 97 votosR$ 30,3
  • Mica DEMR$ 3,8 mil · 155 votosR$ 24,3
  • Lia PPR$ 3 mil · 131 votosR$ 23,3
  • Nego DEMR$ 2,9 mil · 137 votosR$ 21,3
  • Cristiano (Gordo) MDBR$ 4 mil · 188 votosR$ 21,1
  • Nei DEMR$ 2,9 mil · 242 votosR$ 12

Votos por real

  • 2008, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.