Compadre Laro
Lauro Cardoso de Araujo · nasceu em 1965
Compadre Laro se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 51 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Compadre Laro declarou R$ 7.799 em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 163,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 60% da mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Compadre LaroR$ 7.799
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Compadre Laro declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 17 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Várzea da Roça (BA) · PC do B · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.91178,1%
- Próprio bolsoR$ 53421,9%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.91178,1%
- Material impressoR$ 53421,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Várzea da Roça (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 21,7 por voto. Quem venceu, Ascendino De Arnor, gastou R$ 15,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 138; o mais barato, R$ 15,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tiduti MDBR$ 10 mil · 73 votosR$ 138
- Jorge De Alexandre PTR$ 18 mil · 203 votosR$ 88
- Gecival De Eneias PDTR$ 16 mil · 304 votosR$ 54,3
- Joilma Rios PTR$ 22 mil · 571 votosR$ 39,4
- Odailton De Oldaque MDBR$ 23 mil · 587 votosR$ 38,4
- Zé Do Bode REPUBLICANOSR$ 13 mil · 523 votosR$ 25,4
- Val De Vadinho CIDADANIAR$ 16 mil · 728 votosR$ 21,7
- Nenzinho De Pardal PC do BR$ 8,6 mil · 441 votosR$ 19,6
- Jamilson Araujo PDTR$ 12 mil · 653 votosR$ 18,4
- Rege De Tutui MDBR$ 16 mil · 891 votosR$ 18,1
- Dag De Bento DEMR$ 9,4 mil · 549 votosR$ 17,2
- Ascendino De Arnor PSCR$ 10 mil · 648 votosR$ 15,9
Votos por real
- 2016, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 9,7 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.