Lalá do Cajá
Leonildo Silva de Sales · nasceu em 1983
Lalá do Cajá se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PODE (2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 37 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Lalá do Cajá declarou R$ 2.873 em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Lalá do Cajá declarou ao TSE R$ 4,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 2,8 mil, 42% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Vertente do Lério (PE) · MDB · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 1.17942,4%
- PartidoR$ 89232,1%
- PessoasR$ 70825,5%
Para onde foi
- PessoalR$ 1.14661,8%
- Material impressoR$ 70137,8%
- EscritórioR$ 80,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Vertente do Lério (PE), 2020
Mediana da disputa: R$ 12,6 por voto. Quem venceu, Edson Farias, gastou R$ 8,32 por voto. O voto mais caro custou R$ 435; o mais barato, R$ 8,02.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adriana PTBR$ 5,7 mil · 13 votosR$ 435
- Inaldo Pessoa PTR$ 3,2 mil · 26 votosR$ 124
- Liquinha Do Gambá MDBR$ 6 mil · 51 votosR$ 117
- Nilda Do Sindicato PTR$ 11 mil · 101 votosR$ 109
- Danilo Nascimento MDBR$ 7,9 mil · 133 votosR$ 59,4
- Sérgio De Til MDBR$ 8,6 mil · 289 votosR$ 29,8
- Nado De Ze De Chico PTBR$ 2,2 mil · 171 votosR$ 12,6
- Saulo Barbosa PTBR$ 3,1 mil · 266 votosR$ 11,8
- Dona Ina MDBR$ 3,7 mil · 396 votosR$ 9,45
- Carlos Do Leite PTBR$ 2,1 mil · 236 votosR$ 8,84
- Edson Farias MDBR$ 2,7 mil · 328 votosR$ 8,32
- Gerson Das Guaribas MDBR$ 2 mil · 252 votosR$ 8,02
Votos por real
- 2020, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.