Apuração
Vereador · 2008 · PSB

Laerte

Laerte Villani · nasceu em 1958

Laerte disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Pejuçara (RS)), pelo PSB: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,33← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPSB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 49 anos, ensino médio, servidor público estadual. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Pejuçara (RS)
    PSB 40140· centro-esquerda
    suplente111 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Laerte declarou R$ 209,4 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 209,4 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 77.660 na declaração)

Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • LaerteR$ 209,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 209,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Um terreno urbano com 456 m² com casa de alvenaria com…R$ 76,7 mil
    Imóveis
  2. Um terreno urbano ~/ área de 3.428M² c/ casa de alvenaria…R$ 43,1 mil
    Imóveis
  3. Um automóvel VW gol ano 1998R$ 35 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. Um terreno urbano sem benfeitorias com 240R$ 31,9 mil
    Imóveis
  5. Um automóvel GM monza classic ano 1993R$ 22,7 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Laerte declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Pejuçara (RS) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 1.339
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.339.
  1. Próprio bolsoR$ 80360%
  2. PessoasR$ 45534%
  3. PartidoR$ 806%

Para onde foi

R$ 1.339
O maior gasto foi com transporte: 38% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.339.
  1. TransporteR$ 50938%
  2. Material impressoR$ 48236%
  3. ServiçosR$ 13410%
  4. EscritórioR$ 1209%
  5. OutrosR$ 947%

Quanto custou cada voto: vereador, Pejuçara (RS), 2008

Mediana da disputa: R$ 15,4 por voto. Quem venceu, Rejane, gastou R$ 9,80 por voto. O voto mais caro custou R$ 44,1; o mais barato, R$ 9,80.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.