Apuração
Deputado estadual · 2018 · PRP

Laécio Borges

Laécio de Sousa Borges · nasceu em 1968

Laécio Borges se candidatou em 4 eleições, de 2010 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPRP+0,49← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PRP2012PRP2014PRP2018PRP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2014 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

Sempre pelo PRP.

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoPRP20102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 50 anos, superior incompleto, empresário, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Piauí
    PRP 44444· direita
    suplente801 votos; 105º mais votado de 203 no estado
  2. 2014
    Deputado federal · Piauí
    PRP 4444· direita· na urna, Laecio Borges
    votos anulados pela Justiça Eleitoral0 votos; 87º mais votado de 88 no estado
  3. 2012
    Vereador · Teresina (PI)
    PRP 44123· direita· na urna, Laecio Borges
    suplente
  4. 2010
    Deputado estadual · Piauí
    PRP 44444· direita
    suplente561 votos; 100º mais votado de 184 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Laécio Borges teve 801 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 105º lugar entre 203 candidatos.

Recebeu votos em 128 cidades. Teresina deu 48,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 74,8%.

801 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 801 votos.
  1. Teresina (PI)389 votos48,6%
  2. Parnaíba (PI)90 votos11,2%
  3. Matias Olímpio (PI)21 votos2,6%
  4. Fartura do Piauí (PI)15 votos1,9%
  5. Barras (PI)12 votos1,5%
  6. Outras 113 cidades202 votos25,2%
As outras 2 eleições para deputado
0 votos
votos para deputado federal em 2014
561 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 561 votos.
  1. Teresina (PI)203 votos36,2%
  2. Matias Olímpio (PI)171 votos30,5%
  3. Luzilândia (PI)9 votos1,6%
  4. Cristino Castro (PI)7 votos1,2%
  5. Piripiri (PI)7 votos1,2%
  6. Outras 81 cidades122 votos21,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Laécio Borges declarou R$ 175,3 mil em bens, em reais de hoje: 6,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí.

Em 2018, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 175,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 80.000 na declaração)

Declarou 6,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2012.

  • Laécio BorgesR$ 175,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 26,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 73,4 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 175,3 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. D 20R$ 76,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. Blaza placa lvl 9604 ano 1998R$ 43,8 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Terreno localidade soinhoR$ 32,9 mil
    Terreno
  4. Terreno localidade cacimba velhaR$ 21,9 mil
    Terreno

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Laécio Borges declarou ao TSE R$ 99 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 51 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Piauí · PRP · suplente

De onde veio

R$ 13,2 mil
90% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,2 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Prp Partido Republicano ProgressistaR$ 11,9 mil90,4%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.2069,2%
  3. VaquinhaR$ 560,4%

Para onde foi

R$ 9.997
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Piauí, 2018

Mediana da disputa: R$ 17,8 por voto. Quem venceu, Limma, gastou R$ 9,73 por voto. O voto mais caro custou R$ 13.605; o mais barato, R$ 9,73.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 80 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 11 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.