Krodão
Clodoaldo João Martins · nasceu em 1971
Krodão se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: PATRIOTA (2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Krodão declarou R$ 311,1 mil em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- KrodãoR$ 311,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Krodão declarou ao TSE R$ 4,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Cerquilho (SP) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Cerquilho (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 12,9 por voto. Quem venceu, Professor Vinícios Morás, gastou R$ 7,68 por voto. O voto mais caro custou R$ 56,8; o mais barato, R$ 6,93.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tércio DEMR$ 20 mil · 348 votosR$ 56,8
- Rafael Galuci DEMR$ 14 mil · 252 votosR$ 55,9
- Simone Feher Belucci PSDBR$ 15 mil · 436 votosR$ 35,4
- Mauro Frare PSDBR$ 13 mil · 451 votosR$ 28,5
- Carol Gazabim CIDADANIAR$ 3,6 mil · 178 votosR$ 20,1
- Dani Bertin PRTBR$ 3,6 mil · 192 votosR$ 18,8
- Germano Reis DEMR$ 15 mil · 1.191 votosR$ 12,9
- Vicente Cisotto PRTBR$ 4 mil · 352 votosR$ 11,3
- Dra Dani Peev REPUBLICANOSR$ 4,7 mil · 429 votosR$ 11
- Cleiton Scudeler CIDADANIAR$ 6,6 mil · 811 votosR$ 8,11
- Professor Vinícios Morás REPUBLICANOSR$ 6,5 mil · 846 votosR$ 7,68
- Zé Carlos Medeiros CIDADANIAR$ 3,3 mil · 472 votosR$ 6,93
Votos por real
- 2016, vereador: 77 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.