Apuração
Vereador · 2020 · PP

Koqui

Adeildo Souza Silva · nasceu em 1957

Koqui se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,39← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004AGIR2008MDB2012MDB2020PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 3 partidos: AGIR (2004), MDB (2008–2012), PP (2020).

VereadorPartidoAGIRMDBPP’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 62 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Itapebi (BA)
    PP 11777· direita
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Itapebi (BA)
    MDB 15000· centro-direita· na urna, Koki
    candidatura não chegou à urna
  3. 2008
    Vereador · Itapebi (BA)
    MDB 15000· centro· na urna, Koki
    eleito217 votos
  4. 2004
    Vereador · Itapebi (BA)
    AGIR 36222· centro-direita· na urna, Koki
    suplente206 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Koqui declarou ao TSE R$ 1,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,6 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Itapebi (BA) · PP · suplente

De onde veio

R$ 212
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 212
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Itapebi (BA), 2020

Mediana da disputa: R$ 20,5 por voto. Quem venceu, Paulo Mao De Quiabo, gastou R$ 7,13 por voto. O voto mais caro custou R$ 786; o mais barato, R$ 7,13.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Jacira De Guio PODER$ 7,1 mil · 9 votosR$ 786
  • Re Silva PODER$ 7,1 mil · 25 votosR$ 283
  • Ivanilda REPUBLICANOSR$ 2,8 mil · 12 votosR$ 237
  • Jj PPR$ 2,1 mil · 30 votosR$ 70,3
  • Aroldo Barbosa PTR$ 1,1 mil · 47 votosR$ 23,4
  • Paulinho De Fifia PPR$ 3,9 mil · 186 votosR$ 20,9
  • Leo De Noeme PSDR$ 4,8 mil · 235 votosR$ 20,5
  • Vando Da Saude PPR$ 5 mil · 333 votosR$ 15,1
  • Ninha Cerqueira PTR$ 1,5 mil · 126 votosR$ 12
  • Romildo Silva REPUBLICANOSR$ 2,3 mil · 208 votosR$ 10,9
  • Norma Queiroz PPR$ 3,6 mil · 454 votosR$ 7,92
  • Paulo Mao De Quiabo PPR$ 2,8 mil · 386 votosR$ 7,13

Votos por real

  • 2020, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 136 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.