Kleber Borotto
Kleber Alessandro Borotto · nasceu em 1968
Kleber Borotto se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016, 2020 e 2024.
Passou por 4 partidos: PT (2004–2008), REPUBLICANOS (2012), PV (2016–2020), CIDADANIA (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 56 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Kleber Borotto declarou R$ 142,4 mil em bens, em reais de hoje: 6,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 189,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 6,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Kleber BorottoR$ 142,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- imovel residencialR$ 88,4 milCasa
- 50% imóvel residencialR$ 34,3 milCasa
- 25% de um imóvel residencialR$ 9.942Casa
- courrierR$ 5.794Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- carro GolR$ 3.985Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Kleber Borotto declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 4,3 mil, 6,1% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Santa Rita do Passa Quatro (SP) · CIDADANIA · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.31239,9%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2024 Leandro Luciano Dos Santos PrefeitoR$ 1.04331,8%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 93028,3%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Rita do Passa Quatro (SP), 2024
Mediana da disputa: R$ 44,6 por voto. Quem venceu, Dr. Fabio Gusman, gastou R$ 14,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 365; o mais barato, R$ 14,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Kelly Borean PLR$ 6,6 mil · 18 votosR$ 365
- Benedito Da Cruz PLR$ 6,6 mil · 52 votosR$ 126
- Livia Pacheco PLR$ 6,6 mil · 87 votosR$ 75,4
- Mariel Gusman PTR$ 7,4 mil · 103 votosR$ 71,9
- Marcelo Miceli PLR$ 6,6 mil · 98 votosR$ 67
- Juninho Caltran PLR$ 6,6 mil · 99 votosR$ 66,3
- Mauricio Tampa PSDBR$ 11 mil · 243 votosR$ 44,6
- Vaner Massola PLR$ 6,6 mil · 160 votosR$ 41
- Sargento Moraes PLR$ 6,6 mil · 337 votosR$ 19,5
- Amadeuzinho PLR$ 6,6 mil · 341 votosR$ 19,2
- Peron Do Escritorio UNIÃOR$ 7,7 mil · 469 votosR$ 16,4
- Dr. Fabio Gusman PLR$ 8,5 mil · 574 votosR$ 14,9
Votos por real
- 2024, vereador: 141 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 77 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 112 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.