Apuração
Vereador · 2016 · PP

Kirmess

Edison Haroldo Kirmess · nasceu em 1968

Kirmess disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Coronel Barros (RS)), pelo PP: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,65← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPP2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 47 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PP 11411· direita
    suplente45 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Kirmess declarou R$ 234,5 mil em bens, em reais de hoje: 3,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 234,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 144.341 na declaração)

Declarou 3,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • KirmessR$ 234,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 234,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Kirmess declarou ao TSE R$ 324 em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Coronel Barros (RS) · PP · suplente

De onde veio

R$ 324
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 324
O maior gasto foi com material impresso: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 324.
  1. Material impressoR$ 21967,5%
  2. TransporteR$ 8125%
  3. PessoalR$ 247,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Coronel Barros (RS), 2016

Mediana da disputa: R$ 50,2 por voto. Quem venceu, Braulio Scherer, gastou R$ 12 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.067; o mais barato, R$ 12.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.