Kim Picolé
Dakson Oliveira Pinto · nasceu em 1979
Kim Picolé disputou uma eleição, em 2020, para vereador (São Sebastião do Maranhão (MG)), pelo PDT: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Kim Picolé declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 60 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 60 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Kim PicoléR$ 1,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Kim Picolé declarou ao TSE R$ 2,6 mil em receitas, em reais de hoje, 20% de dinheiro público.
2020 · Vereador · São Sebastião do Maranhão (MG) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.66364,3%
- Fundo eleitoralR$ 52120,1%
- Outros candidatosR$ 2559,8%
- PartidoR$ 1495,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 89253,6%
- ServiçosR$ 77146,4%
Quanto custou cada voto: vereador, São Sebastião do Maranhão (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 11,5 por voto. Quem venceu, Pedro Campos, gastou R$ 2,66 por voto. O voto mais caro custou R$ 31,7; o mais barato, R$ 2,66.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Xiquinho Do Noca Reis PSDBR$ 5,6 mil · 176 votosR$ 31,7
- Vicente Do Biscoito PDTR$ 2 mil · 96 votosR$ 21,1
- Neuma Do Supermercado PSDBR$ 2,8 mil · 153 votosR$ 18,5
- Juliana Do Dão REPUBLICANOSR$ 2,4 mil · 152 votosR$ 15,8
- Lucimar Gaspar PSDBR$ 4,4 mil · 317 votosR$ 14
- Chiquinho Do Sinadávio PSDR$ 3,7 mil · 294 votosR$ 12,6
- Elimarc Pedreiro REPUBLICANOSR$ 5 mil · 438 votosR$ 11,5
- Ramon Do Posto REPUBLICANOSR$ 2,9 mil · 320 votosR$ 8,98
- Ciel Do Juquita PSDR$ 2,9 mil · 385 votosR$ 7,61
- Julio Cesar PDTR$ 2,5 mil · 376 votosR$ 6,64
- Amauri REPUBLICANOSR$ 2,2 mil · 402 votosR$ 5,43
- Pedro Campos PSDBR$ 1,9 mil · 723 votosR$ 2,66
Votos por real
- 2020, vereador: 132 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.