Kiko
Adler Alfredo Jardim Teixeira · nasceu em 1971
Kiko se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004, 2008 e 2016.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004–2008), PSC (2014), PSB (2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 48 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2014Deputado federal · São PauloPSC 2090· direita· na urna, Kiko Teixeirasuplente31.720 votos; 134º mais votado de 1.318 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Kiko teve 31.720 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 134º lugar entre 1.318 candidatos.
Recebeu votos em 206 cidades. Rio Grande da Serra deu 37,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Kiko declarou R$ 633,5 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 106,8 mil acima da inflação.
Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2020.
- KikoR$ 633,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 348,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 400,1 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Residencial São PauloR$ 265,7 milCasa
- 14% imóvel residencial Avenida PalmiraR$ 151,6 milCasa
- 100% CApital Social ADK Empreendimento e ParticipaçõesR$ 134,6 milQuotas ou quinhões de capital
- Brasil prevR$ 47,2 milPrevidência VGBL
- Vectra CD 2002R$ 28,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- BradescoR$ 3.261Conta corrente no país
- Banco do BrasilR$ 2.379Outros créditos e poupança vinculada
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Kiko declarou ao TSE R$ 1,9 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 577 mil, 63% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Ribeirão Pires (SP) · PSDB · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 125,5 mil21,7%
- Fundo partidárioTudo de Partido Social Democratico - Ribeirao Pires - Sp - MunicipalR$ 109 mil18,9%
- Próprio bolsoR$ 88,2 mil15,3%
Para onde foi
- EscritórioR$ 26,3 mil4,6%
- EventosR$ 20,5 mil3,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.2930,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Ribeirão Pires (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 13,4 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 7 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Marisa Da Casas Próprias SOLIDARIEDADER$ 212 mil · 4.665 votosR$ 45,4
- Prof Felipe Magalhães PTR$ 68 mil · 5.097 votosR$ 13,4
Votos por real
- 2016, prefeito: 34 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 75 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 74 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 139 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.