Apuração
Vice-prefeito · 2020 · PSD

Kiko Girardi

Clair de Lima Girardi · nasceu em 1963

Kiko Girardi se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PT2016PSD2018PSD2020PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Passou por 2 partidos: PT (2012), PSD (2016–2020).

Dep. estadualVice-prefeitoVereadorPartidoPTPSD20122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Caxias do Sul (RS)
    PSD 25· direita
    Na chapa de Vinicius Ribeiro
    chapa não eleita12.079 votos da chapa, 5,5%
  2. 2018
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PSD 55055· direita
    suplente6.402 votos; 195º mais votado de 798 no estado
  3. 2016
    Vereador · Caxias do Sul (RS)
    PSD 55055· direita
    eleito1.985 votos
  4. 2012
    Vereador · Caxias do Sul (RS)
    PT 13888· centro-esquerda· na urna, Kiko
    eleito2.908 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Kiko Girardi teve 6.402 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 195º lugar entre 798 candidatos.

Recebeu votos em 121 cidades. Caxias do Sul deu 80,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,3%.

6.402 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 6.402 votos.
  1. Caxias do Sul (RS)5.126 votos80,1%
  2. Lagoa Vermelha (RS)195 votos3%
  3. São Francisco de Paula (RS)145 votos2,3%
  4. Vacaria (RS)107 votos1,7%
  5. Barracão (RS)86 votos1,3%
  6. Outras 106 cidades426 votos6,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Kiko Girardi declarou R$ 870,5 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2012 e 2020.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 870,5 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 606.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 870,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Terreno no bairro serrano matricula 28582R$ 430,9 mil
    Terreno
  2. Sala comercial no bairro serranoR$ 208,3 mil
    Sala ou conjunto
  3. Apartamento bairro serrano conforme matricula 28582R$ 116,4 mil
    Apartamento
  4. Apartamento bairro serrano conforme matricula 28582 na rua…R$ 114,9 mil
    Apartamento

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Kiko Girardi declarou ao TSE R$ 165 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 126 mil, 72% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Rio Grande do Sul · PSD · suplente

De onde veio

R$ 126,2 mil
72% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 126,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoasR$ 4.5243,6%

Para onde foi

R$ 95,7 mil
O maior gasto foi com pessoal: 83% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 95,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal26 pessoas, não nomeadasR$ 79,7 mil83,3%
  2. ServiçosR$ 1.5081,6%
  3. EscritórioR$ 1180,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio Grande do Sul, 2018

Mediana da disputa: R$ 17,5 por voto. Quem venceu, Luciana Genro, gastou R$ 6,47 por voto. O voto mais caro custou R$ 157; o mais barato, R$ 6,47.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 67 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 165 votos por R$ 1.000, 5,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.