Kiko da Fruteira
Silvio Luiz Soares · nasceu em 1959
Kiko da Fruteira se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Kiko da Fruteira declarou R$ 453,3 mil em bens, em reais de hoje: 6,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 118,2 mil acima da inflação.
Declarou 6,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Kiko da FruteiraR$ 453,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Kiko da Fruteira declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 8,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Portão (RS) · PTB · suplente
De onde veio
- Fundo partidárioR$ 1.63241,5%
- Próprio bolsoR$ 97224,7%
- PessoasR$ 72918,5%
- PartidoR$ 59615,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.22656,7%
- TransporteR$ 97224,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 72918,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Portão (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 9,07 por voto. Quem venceu, Diego Martins, gastou R$ 5,73 por voto. O voto mais caro custou R$ 44,8; o mais barato, R$ 5,73.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Alemão MDBR$ 4,7 mil · 106 votosR$ 44,8
- Claudir De Oliveira PDTR$ 4,1 mil · 151 votosR$ 27,3
- Professor Luiz Henrique PTR$ 9,9 mil · 448 votosR$ 22,1
- Paulinho Tim-Tim MDBR$ 4,7 mil · 387 votosR$ 12,3
- Leco MDBR$ 6,7 mil · 611 votosR$ 11
- Adair Rocha MDBR$ 5,7 mil · 626 votosR$ 9,07
- Kiko PDTR$ 11 mil · 1.198 votosR$ 8,82
- Zé Toquinho PDTR$ 5 mil · 676 votosR$ 7,34
- Gerson Roza MDBR$ 4,1 mil · 629 votosR$ 6,57
- Luiz Bandeira (Salgadinho) SOLIDARIEDADER$ 5 mil · 804 votosR$ 6,25
- Diego Martins MDBR$ 5,1 mil · 896 votosR$ 5,73
Votos por real
- 2016, vereador: 120 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 100 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.