Kenny
Eduardo Quenne Silveira Faria · nasceu em 1987
Kenny se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 33 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Kenny declarou R$ 24,4 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 33% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- KennyR$ 24,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Kenny declarou ao TSE R$ 1,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 939.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Santa Margarida do Sul (RS) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 56661,5%
- ServiçosR$ 35438,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Margarida do Sul (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 24,9 por voto. Quem venceu, Ginho, gastou R$ 13,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 415; o mais barato, R$ 13,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Rosangela Franciosi PSOLR$ 6,2 mil · 15 votosR$ 415
- Abrão Godois O Godoi PSOLR$ 5 mil · 14 votosR$ 356
- Neusa Baladam PLR$ 4,7 mil · 30 votosR$ 158
- Ana Marcia PPR$ 1,3 mil · 13 votosR$ 96,3
- Zelso PLR$ 1,4 mil · 51 votosR$ 27,7
- Amélia Santiago PPR$ 1,7 mil · 67 votosR$ 24,9
- Tita PPR$ 1,6 mil · 80 votosR$ 19,5
- Luiz Gralha PPR$ 1,4 mil · 94 votosR$ 15,3
- Giovane Neves MDBR$ 2,4 mil · 159 votosR$ 14,8
- Neneca PDTR$ 1,9 mil · 134 votosR$ 14,4
- Ginho PPR$ 3 mil · 216 votosR$ 13,8
Votos por real
- 2020, vereador: 132 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.