Apuração
Deputado estadual · 2010 · PSTU

Kel Marcos

Cleomarcos Alves Mota · nasceu em 1978

Kel Marcos se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2010, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSTU−0,93← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSTU2008PSTU2010PSTU← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSTU.

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPSTU2004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2010: 32 anos, superior incompleto, servidor público federal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · São Paulo
    PSTU 16002· esquerda
    candidatura não chegou à urna
  2. 2008
    PSTU 16616· esquerda· na urna, Kel
    não eleito
  3. 2004
    PSTU 16· esquerda· na urna, Kel
    não eleito610 votos, 1,0%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Kel Marcos declarou ao TSE R$ 24 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 23 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputado estadual · São Paulo · PSTU · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 23,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 23,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 17,7 mil76,4%
  2. Próprio bolsoR$ 1.5056,5%

Para onde foi

R$ 23,2 mil
O maior gasto foi com outros: 94% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 23,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteR$ 7773,3%
  2. EventosR$ 7213,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, São Paulo, 2010

Mediana da disputa: R$ 34,8 por voto. Quem venceu, Fernando Capez, gastou R$ 12,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 158; o mais barato, R$ 12,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.