Katia Born
Katia Born Ribeiro · nasceu em 1953
Katia Born se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2006–2010), PDT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, superior completo, servidor público federal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2010Deputada estadual · AlagoasPSB 40123· centro-esquerdasuplente8.605 votos; 47º mais votada de 264 no estado
- 2006Deputada federal · AlagoasPSB 4000· centro-esquerda· na urna, Kátia Bornsuplente60.409 votos; 11º mais votada de 82 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Katia Born teve 8.605 votos para deputada estadual, 0,6% dos votos válidos do estado: 47º lugar entre 264 candidatos.
Recebeu votos em 87 cidades. Maceió deu 58,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,6%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Katia Born declarou R$ 101,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2020, o total caiu R$ 273,8 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (58%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Katia Born declarou ao TSE R$ 1,9 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputada estadual: R$ 933 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Maceió (AL) · PDT · não eleita
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 40,3 mil47,5%
- PessoasR$ 30,5 mil35,9%
- Próprio bolsoR$ 14,2 mil16,7%
Para onde foi
- PessoalR$ 22,6 mil28,5%
- Material impressoR$ 15 mil18,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 14,1 mil17,8%
- TransporteR$ 13,8 mil17,4%
- InternetR$ 6.3688%
- EscritórioR$ 540,1%
Quanto custou cada voto: vereadora, Maceió (AL), 2020
Mediana da disputa: R$ 43,1 por voto. Quem venceu, Kelmann, gastou R$ 29,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 271; o mais barato, R$ 29,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professora Joaninha PSBR$ 179 mil · 658 votosR$ 271
- Barbara Do Conexão PSDR$ 283 mil · 1.582 votosR$ 179
- Teca Nelma PSDBR$ 360 mil · 4.578 votosR$ 78,6
- Heloísa Helena REDER$ 354 mil · 5.267 votosR$ 67,2
- Flávio Moreno PSLR$ 212 mil · 3.585 votosR$ 59,1
- Eduardo Canuto PODER$ 203 mil · 4.687 votosR$ 43,3
- Olívia Tenório MDBR$ 197 mil · 4.562 votosR$ 43,1
- Zé Marcio Filho PSDR$ 212 mil · 5.073 votosR$ 41,8
- Francisco Sales PSBR$ 255 mil · 6.482 votosR$ 39,4
- Aparecida Do Luiz Pedro PPR$ 182 mil · 5.386 votosR$ 33,9
- Fernando Hollanda MDBR$ 214 mil · 6.343 votosR$ 33,8
- Kelmann PODER$ 249 mil · 8.522 votosR$ 29,2
Votos por real
- 2020, vereadora: 27 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputada estadual: 9,2 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
- 2006, deputada federal: 83 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.