Katia
Katia Pereira de Queiroz · nasceu em 1971
Katia se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PL.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, não eleita.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, ensino médio, dona de casa, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Katia declarou R$ 120,2 mil em bens, em reais de hoje: 5,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 104,9 mil acima da inflação.
Declarou 5,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- KatiaR$ 120,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Katia declarou ao TSE R$ 2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 1,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Itaí (SP) · PL · não eleita
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Itaí (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 33,1 por voto. Quem venceu, Ronaldo Som, gastou R$ 22,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 141; o mais barato, R$ 22,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Thiago Casqueiro SOLIDARIEDADER$ 5,6 mil · 40 votosR$ 141
- Kalango SOLIDARIEDADER$ 11 mil · 182 votosR$ 60,5
- Marli Corretora PSDBR$ 7,9 mil · 142 votosR$ 55,7
- Prof. Sueli Idem SOLIDARIEDADER$ 16 mil · 304 votosR$ 51,5
- Dr. Roteli PPR$ 9,5 mil · 242 votosR$ 39,1
- Michel Tobias PC do BR$ 5 mil · 140 votosR$ 35,5
- Avelino Nicetto PDTR$ 15 mil · 440 votosR$ 33,1
- Laka Do Gás PSCR$ 6,2 mil · 198 votosR$ 31,3
- Jajá Camargo PPR$ 4,9 mil · 169 votosR$ 28,9
- Afonso Filho Do Veio SOLIDARIEDADER$ 6,9 mil · 276 votosR$ 25,2
- Dr. Luís Carlos Sako PSLR$ 4,7 mil · 192 votosR$ 24,5
- Ronaldo Som PDTR$ 6,6 mil · 290 votosR$ 22,9
Votos por real
- 2016, vereadora: 32 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 109 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.