Kássio Beckham
Cassio Martins da Silva · nasceu em 1983
Kássio Beckham se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2008–2016), PC do B (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 37 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Kássio Beckham declarou R$ 86,2 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 45,7 mil acima da inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- Kássio BeckhamR$ 86,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Kássio Beckham declarou ao TSE R$ 1,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 563.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Itaguaçu da Bahia (BA) · PT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Itaguaçu da Bahia (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 8,79 por voto. Quem venceu, Antonio De Jonas, gastou R$ 3,23 por voto. O voto mais caro custou R$ 46,6; o mais barato, R$ 3,23.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Robozinho REPUBLICANOSR$ 2,9 mil · 62 votosR$ 46,6
- Thiara Rocha PHSR$ 4,7 mil · 128 votosR$ 36,7
- Neuza (Rainha) PHSR$ 4,4 mil · 186 votosR$ 23,8
- Elivaldo Miranda DEMR$ 13 mil · 529 votosR$ 23,8
- Marilza PTR$ 3,1 mil · 236 votosR$ 13
- Miguel PSDR$ 3,2 mil · 267 votosR$ 12,1
- Beuzim PSDR$ 2,8 mil · 313 votosR$ 8,79
- Renato PSLR$ 2,8 mil · 406 votosR$ 6,78
- Zau PSDR$ 3,4 mil · 550 votosR$ 6,15
- Pipi PSDR$ 2,8 mil · 478 votosR$ 5,76
- Badeu PSLR$ 2,8 mil · 526 votosR$ 5,36
- Antonio De Jonas PSLR$ 2,9 mil · 913 votosR$ 3,23
Votos por real
- 2016, vereador: 150 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 153 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 98 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.