Kaki
José de Aguiar Borges · nasceu em 1945
Kaki se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PRONA (2002), PC do B (2006–2008), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 75 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2006Deputado federal · Rio de JaneiroPC do B 6589· esquerdasuplente1.618 votos; 341º mais votado de 707 no estado
- 2002Deputado federal · Rio de JaneiroPRONA 5689· direitanão eleito3.078 votos; 226º mais votado de 560 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Kaki teve 1.618 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 341º lugar entre 707 candidatos.
Recebeu votos em 34 cidades. Rio Bonito deu 57,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,3%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Kaki declarou R$ 201,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 28,8 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (50%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2008.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- TerrenoR$ 114,6 milImóveis
- Imovel residencialR$ 45,8 milImóveis
- Loja comercialR$ 22,9 milImóveis
- AutomovelR$ 18,3 milVeículos, barcos e aeronaves
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Kaki declarou ao TSE R$ 34 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 21 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Rio Bonito (RJ) · DEM · não eleito
De onde veio
Nada declarado em 2020.
Para onde foi
- Pessoal19 pessoas, não nomeadasR$ 36,7 mil61,7%
- TransporteTudo de Auto Posto Rio Bonito LtdaR$ 3.3965,7%
- EscritórioR$ 2.1233,6%
Quanto custou cada voto: prefeito, Rio Bonito (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 27,8 por voto. Quem venceu, Leandro Peixe, gastou R$ 9,83 por voto. O voto mais caro custou R$ 93; o mais barato, R$ 9,83.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Rita Da Educação PPR$ 100 mil · 1.080 votosR$ 93
- Delegado Rogério Luz PDTR$ 14 mil · 184 votosR$ 77,5
- Danielle Souza DEMOCRATAR$ 3,5 mil · 96 votosR$ 37
- Mel Cardozo PSBR$ 37 mil · 1.312 votosR$ 27,8
- Aecio Moura PSLR$ 98 mil · 4.597 votosR$ 21,3
- Marcos Abrahão AVANTER$ 82 mil · 4.016 votosR$ 20,4
- Leandro Peixe REPUBLICANOSR$ 82 mil · 8.352 votosR$ 9,83
Votos por real
- 2006, deputado federal: 124 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 149 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.