Apuração
Vereador · 2024 · REPUBLICANOS

Kaká Amorim

Cássio Soares David Amorim · nasceu em 1960

Kaká Amorim se candidatou em 4 eleições, de 2006 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,61← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PV2016PATRIOTA2020PSC2024REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2024.

Passou por 4 partidos: PV (2006), PATRIOTA (2016), PSC (2020), REPUBLICANOS (2024).

Dep. estadualPrefeitoVice-prefeitoVereadorPartidoPVPATRIOTAPSCREPUBLICANOS’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 64 anos, superior completo, engenheiro, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Cláudio (MG)
    REPUBLICANOS 10110· direita
    eleito357 votos
  2. 2020
    Prefeito · Cláudio (MG)
    PSC 20· direita· na urna, Kaka Amorim
    não eleito1.141 votos, 7,2%
  3. 2016
    Vice-prefeito · Cláudio (MG)
    PATRIOTA 40· direita· na urna, Kaka Amorim
    Na chapa de Reginaldo Freitas
    chapa não eleita5.080 votos da chapa, 31,6%
  4. 2006
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PV 43043· centro-esquerda· na urna, Cassio Amorim Kaká
    suplente6.342 votos; 232º mais votado de 852 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Kaká Amorim teve 6.342 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 232º lugar entre 852 candidatos.

Recebeu votos em 140 cidades. Cláudio deu 37,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,3%.

6.342 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 6.342 votos.
  1. Cláudio (MG)2.400 votos37,8%
  2. Belo Horizonte (MG)2.112 votos33,3%
  3. Contagem (MG)586 votos9,2%
  4. Betim (MG)143 votos2,3%
  5. Divinópolis (MG)113 votos1,8%
  6. Outras 125 cidades552 votos8,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Kaká Amorim declarou R$ 2,4 mi em bens, em reais de hoje: 91 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2006 e 2024, o total subiu R$ 2 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2,4 mi
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.183.690 na declaração)

Declarou 91 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.

  • Kaká AmorimR$ 2,4 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,4 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2024, do maior ao menor
  1. ResidencialR$ 718 mil
    Apartamento
  2. ApartamentoR$ 397,7 mil
    Apartamento
  3. CasaR$ 386,6 mil
    Casa
  4. CasaR$ 331,4 mil
    Casa
  5. CasaR$ 176,8 mil
    Casa
  6. LoteR$ 132,6 mil
    Outros bens imóveis
  7. LoteR$ 132,6 mil
    Outros bens imóveis
  8. KwidR$ 86,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. ApartamentoR$ 49,7 mil
    Apartamento

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Kaká Amorim declarou ao TSE R$ 150 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 79 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Cláudio (MG) · REPUBLICANOS · eleito

De onde veio

R$ 3.743
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.743.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 2.08955,8%
  2. Próprio bolsoR$ 1.65444,2%

Para onde foi

R$ 3.743
O maior gasto foi com outros: 56% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.743.
  1. OutrosTudo de Grafica E Editora Aladim LtdaR$ 2.08955,8%
  2. Material impressoTudo de Caio Lelis De Lima Souza 10664486630R$ 1.65444,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Cláudio (MG), 2024

Mediana da disputa: R$ 20,4 por voto. Quem venceu, Tindora Do Chico Vilaça, gastou R$ 14,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 209; o mais barato, R$ 11,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, vereador: 95 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2020, prefeito: 17 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 80 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.