Apuração
Deputado estadual · 2006 · PDT

Kadu

Carlos Eduardo Paes Ghiraldi · nasceu em 1979

Kadu se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2006, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2006PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PDT.

Dep. estadualVereadorPartidoPDT20042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 27 anos, superior incompleto, representante comercial. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · São Paulo
    PDT 12423· centro-esquerda
    suplente1.060 votos; 896º mais votado de 1.520 no estado
  2. 2004
    PDT 12612· centro-esquerda
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Kadu teve 1.060 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 896º lugar entre 1.520 candidatos.

Recebeu votos em 64 cidades. Laranjal Paulista deu 54,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,4%.

1.060 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.060 votos.
  1. Laranjal Paulista (SP)575 votos54,2%
  2. Conchas (SP)98 votos9,2%
  3. Sorocaba (SP)44 votos4,2%
  4. Pereiras (SP)43 votos4,1%
  5. Cesário Lange (SP)40 votos3,8%
  6. Outras 49 cidades91 votos8,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Kadu declarou ao TSE R$ 8,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 8,5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado estadual · São Paulo · PDT · suplente

De onde veio

R$ 8.492
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.492.
  1. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 6.07871,6%
  2. Outros candidatosTudo de João Herrmann 1200-SpR$ 2.16525,5%
  3. Próprio bolsoR$ 2492,9%

Para onde foi

R$ 8.492
O maior gasto foi com outros: 72% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.492. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosR$ 6.07871,6%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, São Paulo, 2006

Mediana da disputa: R$ 26,5 por voto. Quem venceu, Campos Machado, gastou R$ 12,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 248; o mais barato, R$ 12,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 125 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.