Apuração
Vereador · 2012 · PC do B

Juvenil

Juvenil Correa de Almeida · nasceu em 1960

Juvenil se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPC do B+0,05← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002DEM2004DEM2012PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DEM (2002–2004), PC do B (2012).

Dep. estadualVereadorPartidoDEMPC do B200220042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 51 anos, ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Leme (SP)
    PC do B 65123· esquerda
    suplente
  2. 2004
    Vereador · Leme (SP)
    DEM 25555· direita
    não eleito
  3. 2002
    Deputado estadual · São Paulo
    DEM 25555· direita
    suplente3.014 votos; 604º mais votado de 1.424 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Juvenil teve 3.014 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 604º lugar entre 1.424 candidatos.

Recebeu votos em 164 cidades. Leme deu 63,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 87,2%.

3.014 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 3.014 votos.
  1. Leme (SP)1.924 votos63,8%
  2. São Paulo (SP)440 votos14,6%
  3. Sorocaba (SP)41 votos1,4%
  4. Osasco (SP)36 votos1,2%
  5. Cajamar (SP)30 votos1%
  6. Outras 149 cidades386 votos12,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Juvenil declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 12 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Leme (SP) · PC do B · suplente

De onde veio

R$ 5.900
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.900.
  1. Próprio bolsoR$ 3.47758,9%
  2. Outros candidatosR$ 1.27621,6%
  3. EmpresasR$ 1.14819,5%

Para onde foi

R$ 5.790
O maior gasto foi com material impresso: 62% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.790.
  1. Material impressoR$ 3.57061,7%
  2. TransporteR$ 2.00434,6%
  3. ServiçosR$ 2173,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Leme (SP), 2012

Mediana da disputa: R$ 66,1 por voto. Quem venceu, João Do Churrascão, gastou R$ 32,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 139; o mais barato, R$ 32,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 403 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 253 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.