Apuração
Deputado estadual · 2010 · PL

Juvenal Dehzz

Juvenal Gomes de Araújo · nasceu em 1956

Juvenal Dehzz se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2010, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,47← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PL2010PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PL.

Dep. estadualVereadorPartidoPL20082010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 54 anos, superior incompleto. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PL 22210· direita
    suplente319 votos; 760º mais votado de 942 no estado
  2. 2008
    PL 22010· direita· na urna, Juvenal Dhezz
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Juvenal Dehzz teve 319 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 760º lugar entre 942 candidatos.

Recebeu votos em 59 cidades. Belo Horizonte deu 41,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 82,8%.

319 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 319 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)133 votos41,7%
  2. Patrocínio (MG)40 votos12,5%
  3. Baependi (MG)14 votos4,4%
  4. Ninheira (MG)12 votos3,8%
  5. Ribeirão das Neves (MG)11 votos3,4%
  6. Outras 44 cidades55 votos17,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Juvenal Dehzz declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 12 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputado estadual · Minas Gerais · PL · suplente

De onde veio

R$ 6.328
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.328.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro Estadual/Distrital Para Deputado EstadualR$ 4.37469,1%
  2. Próprio bolsoR$ 1.22219,3%
  3. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 73311,6%

Para onde foi

R$ 6.328
O maior gasto foi com outros: 81% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.328. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 150,2%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2010

Mediana da disputa: R$ 51,4 por voto. Quem venceu, Dinis Pinheiro, gastou R$ 18,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 131; o mais barato, R$ 18,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 50 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 8,8 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.