Junior Ramos
Antônio Júnior Ramos da Silva · nasceu em 1978
Junior Ramos disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Icaraí de Minas (MG)), pelo PSD: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, até o fundamental, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Junior Ramos declarou R$ 97,5 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Junior RamosR$ 97,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Junior Ramos declarou ao TSE R$ 3,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Icaraí de Minas (MG) · PSD · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.91592,8%
- Outros candidatosR$ 2277,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.68453,6%
- PessoalR$ 97230,9%
- OutrosR$ 48615,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Icaraí de Minas (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 37,5 por voto. Quem venceu, Miguelzinho, gastou R$ 14,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 132; o mais barato, R$ 14,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Claudinho Carteiro PC do BR$ 11 mil · 85 votosR$ 132
- Alfredim PODER$ 24 mil · 357 votosR$ 67,1
- Chiquim Queiroz PTR$ 12 mil · 250 votosR$ 50
- Sérgio De Gregório PODER$ 22 mil · 512 votosR$ 43,3
- Alemão PPR$ 11 mil · 276 votosR$ 40,1
- Mazim Catengo PODER$ 20 mil · 521 votosR$ 39
- Carlim Mendes PLR$ 14 mil · 373 votosR$ 37,5
- Reginaldo PLR$ 19 mil · 577 votosR$ 33,5
- Wesley De Logradouro PSDBR$ 10 mil · 348 votosR$ 29
- Mundico PPR$ 12 mil · 414 votosR$ 28,9
- Walmir PTR$ 8,4 mil · 435 votosR$ 19,4
- Miguelzinho SOLIDARIEDADER$ 7,1 mil · 493 votosR$ 14,5
Votos por real
- 2016, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.