Apuração
Vereador · 2012 · PSDB

Junior do Onibus

Ednaldo Barbosa de Souza Junior · nasceu em 1974

Junior do Onibus se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DC2012PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DC (2004), PSDB (2012).

VereadorPartidoDCPSDB20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 38 anos, até o fundamental, administrador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Machados (PE)
    PSDB 45666· centro-direita
    suplente
  2. 2004
    Vereador · Machados (PE)
    DC 27777· direita· na urna, Júnior do Ônibus
    suplente183 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Junior do Onibus declarou R$ 164,3 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 164,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 75.000 na declaração)

Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2012.

Cada quadrado é 1% de R$ 164,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Junior do Onibus declarou ao TSE R$ 326 em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Machados (PE) · DC · suplente

De onde veio

R$ 326
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 326
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Machados (PE), 2004

Mediana da disputa: R$ 10,4 por voto. Quem venceu, Ivan Do Sindicato, gastou R$ 3,11 por voto. O voto mais caro custou R$ 24,8; o mais barato, R$ 3,11.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Jauciano DCR$ 1,5 mil · 59 votosR$ 24,8
  • Dudé CIDADANIAR$ 1,3 mil · 53 votosR$ 24
  • Sílvia Do Hospital PSDBR$ 3,3 mil · 201 votosR$ 16,2
  • Jair Zumba PPR$ 1,8 mil · 129 votosR$ 14,1
  • Silva Leoncio PSDBR$ 2,3 mil · 209 votosR$ 10,9
  • João Da Inveja CIDADANIAR$ 1,5 mil · 139 votosR$ 10,5
  • Erivaldo CIDADANIAR$ 2,4 mil · 228 votosR$ 10,4
  • Vavá Do Caminhão PSDBR$ 815 · 79 votosR$ 10,3
  • Paulo Professor PSDBR$ 1,2 mil · 151 votosR$ 8,20
  • Antonio Matuto PDTR$ 815 · 122 votosR$ 6,68
  • Hélio Mota PSDBR$ 815 · 158 votosR$ 5,16
  • Ivan Do Sindicato DCR$ 977 · 314 votosR$ 3,11

Votos por real

  • 2004, vereador: 183 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.