Junior Carlos
Junior Carlos dos Santos · nasceu em 1969
Junior Carlos se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 39 anos, superior completo, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado estadual · GoiásPT 13120· centro-esquerda· na urna, Júnior Carlossuplente459 votos; 338º mais votado de 473 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Junior Carlos teve 459 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 338º lugar entre 473 candidatos.
Recebeu votos em 38 cidades. Matrinchã deu 44,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Junior Carlos declarou R$ 202,2 mil em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 80 mil acima da inflação.
Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2008.
- Junior CarlosR$ 202,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Junior Carlos declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 9,1 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Matrinchã (GO) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 8.75596,6%
- PartidoR$ 1501,7%
- Outros candidatosR$ 1071,2%
- PessoasR$ 540,6%
Para onde foi
- ServiçosR$ 4.49849,6%
- Material impressoR$ 4.17746,1%
- OutrosR$ 3113,4%
- EscritórioR$ 800,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Matrinchã (GO), 2008
Junior Carlos: R$ 216 por voto (mediana da disputa, R$ 102). Quem venceu, Ederson Mulinha, gastou R$ 60,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 409; o mais barato, R$ 60,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Junior Carlos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Santim PLR$ 9 mil · 22 votosR$ 409
- Junior Carlos PTR$ 9,1 mil · 42 votosR$ 216
- Ruliço PC do BR$ 12 mil · 104 votosR$ 116
- Nilton Do Sal PPR$ 11 mil · 103 votosR$ 111
- Valdeir Oliveira DEMR$ 12 mil · 106 votosR$ 111
- Luiz Henrique DEMR$ 15 mil · 149 votosR$ 103
- Lucé PLR$ 13 mil · 123 votosR$ 102
- Célio Pipoca MDBR$ 9,5 mil · 114 votosR$ 83,6
- Marlene PTBR$ 11 mil · 139 votosR$ 77,3
- Jessé PSDBR$ 9,1 mil · 120 votosR$ 75,6
- Jp PLR$ 11 mil · 156 votosR$ 72,9
- Ederson Mulinha PPR$ 11 mil · 190 votosR$ 60,4
Votos por real
- 2008, vereador: 4,6 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 77 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.