Apuração
Vereador · 2020 · PP

Junior de Manezinho

Manoel de Souza Doria Junior · nasceu em 1983

Junior de Manezinho se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008MDB2012MDB2016MDB2020PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Passou por 2 partidos: MDB (2008–2016), PP (2020).

VereadorPartidoMDBPP2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 37 anos, superior incompleto, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PP 11000· direita
    suplente501 votos
  2. 2016
    MDB 15123· centro-direita
    eleito485 votos
  3. 2012
    MDB 15123· centro-direita
    candidatura não chegou à urna691 votos
  4. 2012
    MDB 15123· centro-direita
    eleito691 votos
  5. 2008
    MDB 15123· centro· na urna, Júnior de Manezinho
    suplente624 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Junior de Manezinho declarou R$ 43,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Sergipe.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 43,1 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 16.000 na declaração)

Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Sergipe em 2008.

  • Junior de ManezinhoR$ 43,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 18,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 53,9 mil

Cada quadrado, R$ 2.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 43,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Junior de Manezinho declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 11 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Porto da Folha (SE) · PP · suplente

De onde veio

R$ 3.074
10% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.074.
  1. Próprio bolsoR$ 2.12369,1%
  2. Outros candidatosR$ 95130,9%

Para onde foi

R$ 708
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Porto da Folha (SE), 2020

Mediana da disputa: R$ 117 por voto. Quem venceu, Hamilton, gastou R$ 4,56 por voto. O voto mais caro custou R$ 460; o mais barato, R$ 4,56.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Tania PSDR$ 7,4 mil · 16 votosR$ 460
  • Maire Do Matuto PSDR$ 8,5 mil · 21 votosR$ 407
  • Vanda De Dema PSDR$ 7,5 mil · 23 votosR$ 325
  • Gabi De Chacrinha PODER$ 8,5 mil · 34 votosR$ 250
  • Jadson De Nininho PODER$ 7,1 mil · 49 votosR$ 144
  • Camila De Josa Da Boa Vista PODER$ 8,8 mil · 75 votosR$ 117
  • Marcel Da Ll PSDR$ 16 mil · 757 votosR$ 21,5
  • Pedro Lomanto PODER$ 13 mil · 613 votosR$ 21,2
  • Flavia De Bruninho PROSR$ 7,3 mil · 683 votosR$ 10,7
  • Dd Da Academia PSDR$ 5,1 mil · 705 votosR$ 7,25
  • Hamilton PROSR$ 4,4 mil · 972 votosR$ 4,56

Votos por real

  • 2020, vereador: 501 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 112 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 226 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.