Junior de Cosme
Junior Gomes da Silva · nasceu em 1982
Junior de Cosme se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PP (2004), PL (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 26 anos, ensino médio, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Junior de Cosme declarou R$ 72,8 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2008.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Junior de Cosme declarou ao TSE R$ 4,2 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Moreilândia (PE) · PP · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Moreilândia (PE), 2004
Mediana da disputa: R$ 24,9 por voto. Quem venceu, Tico Mulato, gastou R$ 17,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 388; o mais barato, R$ 17,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dirceu DEMR$ 6,2 mil · 16 votosR$ 388
- Risalvo MDBR$ 6,7 mil · 196 votosR$ 34,1
- Zé Ponga MDBR$ 13 mil · 387 votosR$ 32,6
- Tico Preto DEMR$ 7,5 mil · 268 votosR$ 28
- Nego Ribeiro DEMR$ 6,1 mil · 223 votosR$ 27,1
- Pedro Raimundo De Oliveira DEMR$ 7,5 mil · 299 votosR$ 25,1
- Cidene Marinheiro MDBR$ 12 mil · 474 votosR$ 24,9
- Selma Oliveira MDBR$ 4,9 mil · 213 votosR$ 23
- Toinho Barros PPR$ 7,7 mil · 335 votosR$ 22,9
- Pedro De Eron PLR$ 11 mil · 539 votosR$ 20,8
- Mauricio Bezerra PSDBR$ 6,5 mil · 375 votosR$ 17,4
- Tico Mulato MDBR$ 4,9 mil · 285 votosR$ 17,3
Votos por real
- 2004, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.