Juninho Montemor
Marcos Aurélio Montemor Junior · nasceu em 1986
Juninho Montemor se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2018, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: MDB (2012), PROS (2016), AVANTE (2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.
Declarou ao TSE em 2018: 32 anos, ensino médio, eletricista e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018Deputado estadual · São PauloAVANTE 70787· centro-direitasuplente878 votos; 1071º mais votado de 1.959 no estado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Juninho Montemor teve 878 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 1071º lugar entre 1.959 candidatos.
Recebeu votos em 52 cidades. Barrinha deu 44,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Juninho Montemor declarou R$ 256,7 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Em 2018, não declarou nenhum bem.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Juninho MontemorR$ 256,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Juninho Montemor declarou ao TSE R$ 4,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Barrinha (SP) · PROS · não eleito
De onde veio
- Fundo partidárioR$ 1.30353,5%
- Próprio bolsoR$ 81033,2%
- PartidoR$ 32413,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.40157,5%
- TransporteR$ 38915,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 32413,3%
- ServiçosR$ 32413,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Barrinha (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 108 por voto. Quem venceu, Ronaldo Troia, gastou R$ 67,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 408; o mais barato, R$ 67,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Jair Força E Luz PATRIOTAR$ 50 mil · 123 votosR$ 408
- Zé Da Faca PATRIOTAR$ 31 mil · 79 votosR$ 394
- Magnus (Filho Do Prof. Gil) PROSR$ 38 mil · 195 votosR$ 192
- Vanessa Filha Do Companheiro PATRIOTAR$ 33 mil · 187 votosR$ 178
- Carlinhos Brasil PATRIOTAR$ 25 mil · 146 votosR$ 173
- Cabo David CIDADANIAR$ 21 mil · 196 votosR$ 108
- Adilson Barroso PATRIOTAR$ 46 mil · 497 votosR$ 93,3
- Takeda REPUBLICANOSR$ 37 mil · 426 votosR$ 87,6
- Emerson Colorido MDBR$ 27 mil · 337 votosR$ 78,8
- Junin Da Van PVR$ 24 mil · 329 votosR$ 73,1
- Ronaldo Troia REPUBLICANOSR$ 30 mil · 446 votosR$ 67,8
Votos por real
- 2016, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.