Julio das Obras
Julio Cesar de Souza · nasceu em 1965
Julio das Obras se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Julio das Obras declarou R$ 9.861 em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 11% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- Julio das ObrasR$ 9.861
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Julio das Obras declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Coronel Bicaco (RS) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Coronel Bicaco (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 12,5 por voto. Quem venceu, Tatú Saquete, gastou R$ 5,01 por voto. O voto mais caro custou R$ 84,3; o mais barato, R$ 5,01.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Soelaine Lima PPR$ 9,9 mil · 117 votosR$ 84,3
- Perdigao PDTR$ 2 mil · 75 votosR$ 27,2
- Amadeus Vieira PDTR$ 3,9 mil · 201 votosR$ 19,3
- Florisbal Scherer PDTR$ 4,5 mil · 305 votosR$ 14,8
- Leandro Briato PPR$ 4,2 mil · 322 votosR$ 13,2
- Toinho Sindicato PPR$ 4,2 mil · 327 votosR$ 13
- Prof Elaine PTR$ 3,7 mil · 292 votosR$ 12,5
- Lucas Cruz PDTR$ 5,4 mil · 475 votosR$ 11,4
- Elsinho PDTR$ 2,9 mil · 342 votosR$ 8,55
- Paulo Hermel PDTR$ 2 mil · 259 votosR$ 7,74
- Prof Luiz Flavio Rangel PPR$ 1,7 mil · 314 votosR$ 5,41
- Tatú Saquete PPR$ 1,7 mil · 333 votosR$ 5,01
Votos por real
- 2020, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 146 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.