Apuração
Deputado estadual · 2014 · PTB

Júlio Cavalcanti

Júlio Freire Cavalcanti · nasceu em 1971

Júlio Cavalcanti se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2014, e foi eleito em todas.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,30← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PTB2014PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2010 e 2014.

Sempre pelo PTB.

Dep. estadualPartidoPTB201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, eleito.

Declarou ao TSE em 2014: 42 anos, superior incompleto, administrador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Pernambuco
    PTB 14014· centro-direita
    eleito47.685 votos; 27º mais votado de 489 no estado
  2. 2010
    Deputado estadual · Pernambuco
    PTB 14014· centro-direita· na urna, Julio Cavalcanti
    eleito41.810 votos; 28º mais votado de 401 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Júlio Cavalcanti teve 47.685 votos para deputado estadual, 1,0% dos votos válidos do estado: 27º lugar entre 489 candidatos.

Recebeu votos em 139 cidades. Arcoverde deu 19,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,6%.

47.685 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 47.685 votos.
  1. Arcoverde (PE)9.272 votos19,4%
  2. Sertânia (PE)5.717 votos12%
  3. Buíque (PE)4.705 votos9,9%
  4. Custódia (PE)4.166 votos8,7%
  5. Pedra (PE)3.739 votos7,8%
  6. Outras 124 cidades3.543 votos7,4%
As outras 1 eleições para deputado
41.810 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 41.810 votos.
  1. Arcoverde (PE)15.940 votos38,1%
  2. Buíque (PE)4.906 votos11,7%
  3. Pedra (PE)3.195 votos7,6%
  4. Alagoinha (PE)2.490 votos6%
  5. Recife (PE)2.193 votos5,2%
  6. Outras 129 cidades2.504 votos6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Júlio Cavalcanti declarou R$ 677 mil em bens, em reais de hoje: 140 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Pernambuco. Entre 2010 e 2014, o total subiu R$ 286,3 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 677 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 349.124 na declaração)

Declarou 140 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Pernambuco em 2014.

  • Júlio CavalcantiR$ 677 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 4.829
  • Mediana dos eleitosR$ 1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 677 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2014, do maior ao menor
  1. Aquisição do veículo chevrolet/trailblazer ltz AG4R$ 248,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. Apartamento n. 602R$ 193,5 mil
    Apartamento
  3. Renda fixa santanderR$ 97 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  4. Apartamento n. 602R$ 59,7 mil
    Apartamento
  5. Apartamento n. 1603R$ 59,7 mil
    Apartamento
  6. SantanderR$ 19 mil
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Júlio Cavalcanti declarou ao TSE R$ 801 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 489 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado estadual · Pernambuco · PTB · eleito

De onde veio

R$ 311,5 mil
0% veio de fundos públicos; 12 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 311,5 mil.
  1. Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 224,3 mil72%
  2. Próprio bolsoR$ 74,8 mil24%
  3. EmpresasR$ 12,5 mil4%

Para onde foi

R$ 311,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 311,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. InternetR$ 12 mil3,9%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 10,3 mil3,3%
  3. ServiçosR$ 8.2562,7%
  4. EscritórioR$ 3.0321%
  5. OutrosR$ 1.5360,5%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Pernambuco, 2014

Mediana da disputa: R$ 30,6 por voto. Quem venceu, Pastor Cleiton Collins, gastou R$ 8,05 por voto. O voto mais caro custou R$ 216; o mais barato, R$ 8,05.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 153 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 86 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.