Juliano Adolar
Juliano Adolar Serafim · nasceu em 1986
Juliano Adolar disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Bombinhas (SC)), pelo PDT: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 30 anos, ensino médio, jardineiro, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Juliano Adolar declarou R$ 344,4 mil em bens, em reais de hoje: 3,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.
Declarou 3,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- Juliano AdolarR$ 344,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Juliano Adolar declarou ao TSE R$ 4,9 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Bombinhas (SC) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 3.48171,1%
- Próprio bolsoR$ 1.16923,9%
- Outros candidatosR$ 2495,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.14743,8%
- PessoalR$ 1.61933%
- Rádio, TV e vídeoR$ 97219,8%
- ServiçosR$ 1623,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Bombinhas (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 26,4 por voto. Quem venceu, Carlos Eduardo (Du), gastou R$ 14,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 261; o mais barato, R$ 14,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Emerson Tomio PATRIOTAR$ 7,6 mil · 29 votosR$ 261
- Omar Santos PDTR$ 14 mil · 333 votosR$ 42,7
- Aladi Do Xoxó CIDADANIAR$ 11 mil · 275 votosR$ 39,2
- Edson Do Táxi PSDR$ 9,1 mil · 254 votosR$ 35,8
- Ernani MDBR$ 13 mil · 405 votosR$ 32,2
- Márcia Pinheiro PDTR$ 10 mil · 382 votosR$ 27
- Maurício Leal PDTR$ 8,3 mil · 313 votosR$ 26,4
- Elson Godim PDTR$ 7,5 mil · 320 votosR$ 23,3
- Alan Souza PSBR$ 7,8 mil · 453 votosR$ 17,2
- Tonho Olimpio PTBR$ 7,9 mil · 470 votosR$ 16,9
- Lourdes Matias PDTR$ 11 mil · 772 votosR$ 14,7
- Carlos Eduardo (Du) PTBR$ 7,4 mil · 508 votosR$ 14,6
Votos por real
- 2016, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.