José Vicente da Colônia
José Vicente de Paula · nasceu em 1962
José Vicente da Colônia se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PP (2004), PSC (2008), PTB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, José Vicente da Colônia declarou R$ 81,2 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- José Vicente da ColôniaR$ 81,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, José Vicente da Colônia declarou ao TSE R$ 581 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 353.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Ewbank da Câmara (MG) · PTB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Ewbank da Câmara (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 41,5 por voto. Quem venceu, José Augusto, gastou R$ 12 por voto. O voto mais caro custou R$ 179; o mais barato, R$ 12.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Davi CIDADANIAR$ 3,4 mil · 19 votosR$ 179
- Consuelo Do Divino CIDADANIAR$ 3,6 mil · 29 votosR$ 124
- Sérgio Mendes PSDBR$ 13 mil · 112 votosR$ 114
- Luis Moiado PSDBR$ 3,8 mil · 63 votosR$ 60,8
- Walmizinho PSCR$ 5 mil · 114 votosR$ 44,2
- Neném PTR$ 7,9 mil · 189 votosR$ 41,9
- Paulinho Do Som CIDADANIAR$ 6,8 mil · 164 votosR$ 41,5
- Lucas Paiva PSCR$ 1,9 mil · 60 votosR$ 31,4
- Geraldinho Esteves PC do BR$ 1,9 mil · 71 votosR$ 26,5
- Sassá DEMR$ 3,2 mil · 150 votosR$ 21,5
- Leandro Do Taxi PSCR$ 2,5 mil · 123 votosR$ 20,2
- José Augusto PPR$ 2,2 mil · 182 votosR$ 12
Votos por real
- 2016, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 23 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.