Jose Rosa
nasceu em 1972
Jose Rosa se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 25 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Jose Rosa declarou R$ 5.686 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 5.100, já descontada a inflação.
Declarou 19% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Jose RosaR$ 5.686
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Jose Rosa declarou ao TSE R$ 2,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 918.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Cristiano Otoni (MG) · PT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 40545,5%
- TransporteR$ 29132,7%
- Material impressoR$ 19421,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Cristiano Otoni (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 29,1 por voto. Quem venceu, Gilson Do Osmar, gastou R$ 7,08 por voto. O voto mais caro custou R$ 173; o mais barato, R$ 7,08.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Carminha Do Sr. Gê MDBR$ 2,1 mil · 12 votosR$ 173
- Ruy Barbosa MDBR$ 1 mil · 12 votosR$ 83,4
- Juninho Do Reliqueas MDBR$ 2,3 mil · 35 votosR$ 64,8
- Leo Da Van PSBR$ 3,3 mil · 71 votosR$ 46,2
- Paulinho Cocoteiro PVR$ 2,1 mil · 59 votosR$ 36
- Crislaine PTR$ 1,1 mil · 35 votosR$ 32,3
- Leodo Cigano PDTR$ 1,1 mil · 39 votosR$ 29,1
- Robinson Rodrigues PODER$ 1,4 mil · 66 votosR$ 21,5
- Gigi PDTR$ 1,1 mil · 83 votosR$ 13,7
- Professor Edimar PDTR$ 1,1 mil · 84 votosR$ 13,5
- Romildo Tavares PDTR$ 1,2 mil · 128 votosR$ 9,49
- Gilson Do Osmar MDBR$ 1,1 mil · 152 votosR$ 7,08
Votos por real
- 2016, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 123 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.