Apuração
Vereador · 2016 · PDT

Rangel

José Rangel de Araújo · nasceu em 1964

Rangel se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,25← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2004PT2006PV2012PDT2016PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Passou por 3 partidos: PT (2002–2004), PV (2006), PDT (2012–2016).

Dep. federalPrefeitoVereadorPartidoPTPVPDT20022004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Caicó (RN)
    PDT 12333· centro-esquerda
    eleito901 votos
  2. 2012
    Vereador · Caicó (RN)
    PDT 12333· centro-esquerda
    eleito800 votos
  3. 2006
    Deputado federal · Rio Grande do Norte
    PV 4333· centro-esquerda
    não eleito18.572 votos; 15º mais votado de 68 no estado
  4. 2004
    Prefeito · Caicó (RN)
    PT 13· centro-esquerda· na urna, José Rangel
    não eleito6.126 votos, 17,9%
  5. 2002
    Deputado federal · Rio Grande do Norte
    PT 1311· centro-esquerda
    suplente8.872 votos; 19º mais votado de 74 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Rangel teve 18.572 votos para deputado federal, 1,1% dos votos válidos do estado: 15º lugar entre 68 candidatos.

Recebeu votos em 143 cidades. Caicó deu 53,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,5%.

18.572 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 18.572 votos.
  1. Caicó (RN)9.913 votos53,4%
  2. Natal (RN)2.412 votos13%
  3. São José do Seridó (RN)810 votos4,4%
  4. Parnamirim (RN)619 votos3,3%
  5. Serra Negra do Norte (RN)424 votos2,3%
  6. Outras 128 cidades1.947 votos10,5%
As outras 1 eleições para deputado
8.872 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 8.872 votos.
  1. Caicó (RN)4.727 votos53,3%
  2. Serra Negra do Norte (RN)970 votos10,9%
  3. Natal (RN)810 votos9,1%
  4. São João do Sabugi (RN)240 votos2,7%
  5. Mossoró (RN)212 votos2,4%
  6. Outras 119 cidades853 votos9,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Rangel declarou R$ 200,7 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 65,1 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 200,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 123.509 na declaração)

Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2016.

  • RangelR$ 200,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 19,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 67,5 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 200,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Rangel declarou ao TSE R$ 514 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 235 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Caicó (RN) · PDT · eleito

De onde veio

R$ 28,2 mil
0% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 28,2 mil.
  1. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 15,9 mil56,5%
  2. Próprio bolsoR$ 12,3 mil43,5%

Para onde foi

R$ 28,2 mil
O maior gasto foi com transporte: 58% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 28,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoalR$ 2.4298,6%
  2. InternetR$ 1.6195,7%
  3. OutrosR$ 1.6135,7%
  4. EscritórioR$ 240,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Caicó (RN), 2016

Rangel: R$ 31,3 por voto (mediana da disputa, R$ 41,1). Quem venceu, Andinho Duarte, gastou R$ 24 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.566; o mais barato, R$ 24.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rangel. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 121 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 26 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.