José Orclânio
José Orclânio Loureiro de Souza · nasceu em 1962
José Orclânio se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PHS.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 50 anos, ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, José Orclânio declarou R$ 223,5 mil em bens, em reais de hoje: 15 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amazonas. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 50,9 mil acima da inflação.
Declarou 15 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Amazonas em 2012.
- José OrclânioR$ 223,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 15,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 118,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, José Orclânio declarou ao TSE R$ 5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 4,3 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Caapiranga (AM) · PHS · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Caapiranga (AM), 2012
Mediana da disputa: R$ 21 por voto. Quem venceu, Chiquinho Delegado, gastou R$ 8,99 por voto. O voto mais caro custou R$ 124; o mais barato, R$ 8,99.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Professor Marques PVR$ 2,5 mil · 20 votosR$ 124
- Klissia Queiroz PTR$ 4,3 mil · 58 votosR$ 74,7
- Welinton Oliveira PHSR$ 4,3 mil · 108 votosR$ 40,1
- Silas Ruis PPR$ 4,3 mil · 114 votosR$ 38
- Jakson MDBR$ 4,3 mil · 200 votosR$ 21,7
- Tico REPUBLICANOSR$ 5 mil · 237 votosR$ 21
- Zé Aldenor MDBR$ 4,3 mil · 251 votosR$ 17,3
- França Queiroz PPR$ 4,3 mil · 378 votosR$ 11,5
- Sabá Nunes PDTR$ 2,2 mil · 192 votosR$ 11,3
- Raimundo Martins PSDR$ 1,8 mil · 190 votosR$ 9,23
- Chiquinho Delegado PTBR$ 2,4 mil · 270 votosR$ 8,99
Votos por real
- 2008, vereador: 194 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.