Jose Maria do Restaurante
Jose Maria Dimas · nasceu em 1966
Jose Maria do Restaurante se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PSC (2008–2012), CIDADANIA (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Jose Maria do Restaurante declarou R$ 150,9 mil em bens, em reais de hoje: 5,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 201 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Jose Maria do RestauranteR$ 150,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa residencialR$ 82,5 milOutros bens imóveis
- Veiculo fiat strada fire flexR$ 21,1 milOutros bens móveis
- Empresa individual inscrita no CNPJ n. 037875960001-00R$ 16,2 milOutros fundos
- Cotas de capital social da cooperativa de credito ruralR$ 15,7 milOutros fundos
- Valor em caixaR$ 13 milDinheiro em espécie
- Saldo bancario junto a cooperativa de creditoR$ 2.237Outros fundos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Jose Maria do Restaurante declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 5,5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Matutina (MG) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.58795%
- Outros candidatosR$ 2435%
Para onde foi
- TransporteR$ 3.63275,2%
- Material impressoR$ 93119,3%
- ServiçosR$ 2435%
- EscritórioR$ 240,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Matutina (MG), 2016
Jose Maria Do Restaurante: R$ 60,4 por voto (mediana da disputa, R$ 61,6). Quem venceu, Adilson Martins, gastou R$ 28,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 226; o mais barato, R$ 28,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Jose Maria Do Restaurante. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Geraldo Leonel CIDADANIAR$ 6,6 mil · 29 votosR$ 226
- Carlim Da Luci REPUBLICANOSR$ 5,9 mil · 35 votosR$ 169
- Gilson Edson Ferreira PVR$ 4,6 mil · 55 votosR$ 83,9
- Neison Londe PVR$ 6,2 mil · 83 votosR$ 74,9
- Leonardo Ferreira REPUBLICANOSR$ 10 mil · 150 votosR$ 66,5
- Milton Paulino Da Silva PSDBR$ 4,3 mil · 70 votosR$ 61,6
- Jose Maria Do Restaurante CIDADANIAR$ 4,8 mil · 80 votosR$ 60,4
- Roni Do Jose Pedro (Nainha) PTBR$ 13 mil · 222 votosR$ 59,5
- Tim Cabelereiro PVR$ 7,1 mil · 193 votosR$ 36,8
- Adilson Martins PVR$ 4,7 mil · 162 votosR$ 28,9
Votos por real
- 2016, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.