Zé Luiz
José Luis Maciel de Oliveira · nasceu em 1989
Zé Luiz se candidatou em 4 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016, 2020 e 2024.
Passou por 3 partidos: PSD (2016–2018), CIDADANIA (2020), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 35 anos, superior completo, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2018. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018Deputado estadual · AmazonasPSD 55455· direita· na urna, Jose Luissuplente3.234 votos; 113º mais votado de 578 no estado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Zé Luiz teve 3.234 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 113º lugar entre 578 candidatos.
Recebeu votos em 44 cidades. Manacapuru deu 40,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Zé Luiz declarou R$ 668,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 658,6 mil acima da inflação.
Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2024.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Zé Luiz declarou ao TSE R$ 57 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 27 mil, 7,2% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Manacapuru (AM) · MDB · eleito
De onde veio
- Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 18,3 mil83,3%
- Próprio bolsoR$ 3.66416,7%
Para onde foi
- TransporteTudo de M.M. P. Costa LtdaR$ 1.1379,2%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 8757,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Manacapuru (AM), 2024
Mediana da disputa: R$ 28,8 por voto. Quem venceu, Professor Conde, gastou R$ 17,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 165; o mais barato, R$ 17,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Janaina Silva PSDR$ 19 mil · 113 votosR$ 165
- Suelem Da Pesca PSDR$ 35 mil · 380 votosR$ 92,4
- Julcy Da Val PSDR$ 34 mil · 397 votosR$ 85,2
- Hariany Campelo MDBR$ 30 mil · 368 votosR$ 82,7
- Alex Bezerra PSDR$ 37 mil · 764 votosR$ 48,6
- Ivan Da Lancha PSDR$ 37 mil · 923 votosR$ 40,1
- Taina Vasconcelos PSDR$ 39 mil · 1.372 votosR$ 28,8
- Wanderley Barroso UNIÃOR$ 39 mil · 1.395 votosR$ 27,6
- Paulinho Teixeira PSDR$ 32 mil · 1.189 votosR$ 27,3
- Linda Leite UNIÃOR$ 40 mil · 1.892 votosR$ 20,9
- João Luiz França REPUBLICANOSR$ 20 mil · 1.081 votosR$ 18,9
- Professor Conde REPUBLICANOSR$ 45 mil · 2.567 votosR$ 17,3
Votos por real
- 2024, vereador: 141 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 761 votos por R$ 1.000, 8,7 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.