Jose Gomes
nasceu em 1965
Jose Gomes se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2012), PSDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 50 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Jose Gomes declarou R$ 425,7 mil em bens, em reais de hoje: 5,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 64,1 mil acima da inflação.
Declarou 5,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.
- Jose GomesR$ 425,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Jose Gomes declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,1 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Curvelândia (MT) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.62251,6%
- PartidoR$ 1.40944,8%
- Outros candidatosR$ 1123,6%
Para onde foi
- PessoalR$ 1.42545,8%
- ServiçosR$ 1.40945,3%
- Material impressoR$ 2257,2%
- TransporteR$ 491,6%
- EscritórioR$ 30,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Curvelândia (MT), 2016
Mediana da disputa: R$ 43,8 por voto. Quem venceu, Roberto Da Real Motos, gastou R$ 21,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 475; o mais barato, R$ 21,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Neide Magalhaes DEMR$ 4,8 mil · 10 votosR$ 475
- Lia Posseiro DEMR$ 4,9 mil · 27 votosR$ 181
- Arnon Frades PSLR$ 5,5 mil · 32 votosR$ 171
- Ezenil Neves PPR$ 5,6 mil · 52 votosR$ 108
- Tuta PVR$ 4,9 mil · 61 votosR$ 79,6
- Jaime Barbosa PSDBR$ 4,7 mil · 107 votosR$ 44,2
- Joao Da Vera DEMR$ 4,8 mil · 110 votosR$ 43,8
- Erico Do Lava Jato DEMR$ 5,1 mil · 131 votosR$ 39
- Lucas Frades PSLR$ 5 mil · 142 votosR$ 35,5
- Bida PPR$ 4,8 mil · 140 votosR$ 34,2
- Prof. Antonia PPR$ 6 mil · 189 votosR$ 31,8
- Roberto Da Real Motos DEMR$ 4,8 mil · 224 votosR$ 21,3
Votos por real
- 2016, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 9,4 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.