Zito
Jose dos Anjos de Almeida · nasceu em 1949
Zito se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PSDB (2004–2008), CIDADANIA (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 67 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Zito declarou R$ 463,6 mil em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 148,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- ZitoR$ 463,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Cubas 28,7 hecR$ 233,1 milTerreno
- Situado em cubas 10R$ 87,7 milTerreno
- Saveiro cabine dupla 2015R$ 78 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Kombi 1999R$ 30,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Fiat uno 07/08R$ 21,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Fiat premio 1985R$ 7.311Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Fiat uno 1986R$ 5.784Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Zito declarou ao TSE R$ 56 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 30 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Ferros (MG) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.65894%
- PartidoR$ 2463,5%
- PessoasR$ 1782,5%
Para onde foi
- TransporteR$ 3.32346,9%
- OutrosR$ 1.94327,4%
- PessoalR$ 1.67123,6%
- Material impressoR$ 1301,8%
- ServiçosR$ 160,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Ferros (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 63,7 por voto. Quem venceu, Fernando Cubano, gastou R$ 28,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 235; o mais barato, R$ 28,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Renatinho Meu Querido PSDBR$ 12 mil · 51 votosR$ 235
- Wando Pacheco PROSR$ 15 mil · 78 votosR$ 188
- Coelhinho Da Ambulancia PSDR$ 13 mil · 109 votosR$ 123
- Zezé Do Sincero PSDBR$ 11 mil · 139 votosR$ 78,7
- Waguinho Do Baixadão E Salão PDTR$ 17 mil · 221 votosR$ 78,1
- Jesinho REPUBLICANOSR$ 16 mil · 249 votosR$ 66
- Tiago Do Ildeu PSBR$ 19 mil · 303 votosR$ 63,7
- Nazare PSBR$ 19 mil · 372 votosR$ 50,1
- Professor Carlinhos MDBR$ 12 mil · 260 votosR$ 45,1
- Madalena Do Churrasquinho PLR$ 17 mil · 403 votosR$ 42,6
- Garricha PLR$ 9,4 mil · 276 votosR$ 34,2
- Fernando Cubano PSLR$ 13 mil · 465 votosR$ 28,1
Votos por real
- 2016, vereador: 15 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.