José Correa
José Alexandre Gama Correa · nasceu em 1966
José Correa se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSB (2004), PL (2008), PSB (2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, até o fundamental, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, José Correa declarou R$ 16,2 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 30% da mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2008.
- José CorreaR$ 16,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 134,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, José Correa declarou ao TSE R$ 1,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Colares (PA) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Colares (PA), 2016
Mediana da disputa: R$ 29,6 por voto. Quem venceu, Prof. Robson, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 135; o mais barato, R$ 11,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Joana PSDBR$ 7,3 mil · 54 votosR$ 135
- Lene, A Ruiva PSDBR$ 3 mil · 34 votosR$ 88,6
- Lauro PSDBR$ 3,2 mil · 44 votosR$ 72,1
- Gerson Felício PROSR$ 3 mil · 81 votosR$ 37,2
- Junior PPR$ 8,1 mil · 240 votosR$ 33,7
- Professor Ronaldo Miranda PTBR$ 3,3 mil · 111 votosR$ 29,6
- Neto Da Fluvial AGIRR$ 3 mil · 113 votosR$ 26,7
- Nilzinho PLR$ 8,2 mil · 318 votosR$ 25,8
- Edson Rebelo PSBR$ 4,8 mil · 197 votosR$ 24,5
- Lalá PPR$ 4,6 mil · 308 votosR$ 15
- Prof. Robson PSDBR$ 3,3 mil · 293 votosR$ 11,4
Votos por real
- 2016, vereador: 39 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 133 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.