Apuração
Vereador · 2024 · PP

Jose Carlos Pé No Chão

Jose Carlos de Souza Paschoa · nasceu em 1953

Jose Carlos Pé No Chão se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 4.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,64← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2008PP2012PP2016PP2020PP2024PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2016 e 2020.

Sempre pelo PP.

VereadorPartidoPP’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 71 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020, branca em 2024. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    PP 11651· direita
    suplente125 votos
  2. 2020
    PP 11651· direita· na urna, Pe No Chao
    eleito235 votos
  3. 2016
    PP 11651· direita· na urna, Pé No Chão
    eleito256 votos
  4. 2012
    PP 11651· direita· na urna, Pé No Chao
    suplente234 votos
  5. 2008
    PP 11651· direita· na urna, Pé No Chão
    eleito238 votos
  6. 2004
    PP 11651· direita· na urna, Pé No Chão
    eleito239 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Jose Carlos Pé No Chão declarou R$ 28,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 38,7 mil, já descontada a inflação.

Em 2024, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 28,7 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 20.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Jose Carlos Pé No ChãoR$ 28,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 28,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Jose Carlos Pé No Chão declarou ao TSE R$ 8,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3,2 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Matias Barbosa (MG) · PP · suplente

De onde veio

R$ 361
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2024.

Quanto custou cada voto: vereador, Matias Barbosa (MG), 2024

Mediana da disputa: R$ 8,01 por voto. Quem venceu, Geralda, gastou R$ 3,51 por voto. O voto mais caro custou R$ 36,8; o mais barato, R$ 3,51.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 235 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 114 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 111 votos por R$ 1.000, 5,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 74 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.