Apuração
Vereador · 2012 · PL

José Carlos do Mato

José Carlos Luna · nasceu em 1947

José Carlos do Mato se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,48← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2008PL2012PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PL.

VereadorPartidoPL20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 65 anos, ensino médio, produtor agropecuário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PL 22666· direita
    suplente49 votos
  2. 2008
    PL 22666· direita· na urna, Zé Carlos do Mato
    suplente60 votos
  3. 2004
    PL 22666· direita· na urna, José Carlos Luna
    suplente113 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, José Carlos do Mato declarou R$ 350,6 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 245,3 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 350,6 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 160.000 na declaração)

Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.

  • José Carlos do MatoR$ 350,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 350,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, José Carlos do Mato declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 10 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Desterro do Melo (MG) · PL · suplente

De onde veio

R$ 3.503
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.503.
  1. Outros candidatosR$ 1.55344,3%
  2. PessoasR$ 1.30037,1%
  3. Próprio bolsoR$ 65018,6%

Para onde foi

R$ 3.503
O maior gasto foi com transporte: 92% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.503.
  1. TransporteR$ 3.21491,8%
  2. Material impressoR$ 2888,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Desterro do Melo (MG), 2012

Mediana da disputa: R$ 56,1 por voto. Quem venceu, Xarazinho, gastou R$ 18,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.044; o mais barato, R$ 18,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 5,8 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.