Bernardo
José Bernardo Figueiredo · nasceu em 1970
Bernardo se candidatou em 4 eleições, de 2014 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PTB (2014–2020), PRD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 53 anos, superior completo, servidor público civil aposentado, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2014Deputado estadual · Minas GeraisPTB 14197· centro-direita· na urna, José Bernardo Figueiredosuplente2.964 votos; 300º mais votado de 1.055 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Bernardo teve 2.964 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 300º lugar entre 1.055 candidatos.
Recebeu votos em 58 cidades. Poços de Caldas deu 76,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Bernardo declarou R$ 127,6 mil em bens, em reais de hoje: 4,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2014 e 2024, o total caiu R$ 94,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- BernardoR$ 127,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Bernardo declarou ao TSE R$ 68 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 55 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Poços de Caldas (MG) · PRD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.86577,3%
- PessoasR$ 54722,7%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Poços de Caldas (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 48,5 por voto. Quem venceu, Paulista, gastou R$ 7,73 por voto. O voto mais caro custou R$ 307; o mais barato, R$ 7,73.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Chicão Do Povão PTR$ 41 mil · 132 votosR$ 307
- Dr. Marcio Marques PLR$ 39 mil · 451 votosR$ 85,4
- Ruth Da Saúde PC do BR$ 27 mil · 376 votosR$ 72,7
- Maria Helena Braga UNIÃOR$ 33 mil · 583 votosR$ 56,8
- Marcus Togni REPUBLICANOSR$ 45 mil · 864 votosR$ 51,9
- Poly Carvalho UNIÃOR$ 28 mil · 560 votosR$ 50
- Ciça SOLIDARIEDADER$ 33 mil · 675 votosR$ 48,5
- Cacá D Arcadia PTR$ 44 mil · 926 votosR$ 47,6
- Tiago Braz REDER$ 27 mil · 1.132 votosR$ 24,1
- Lucas Arruda REDER$ 27 mil · 2.882 votosR$ 9,48
- Douglas Dofu UNIÃOR$ 24 mil · 2.778 votosR$ 8,66
- Paulista PSDBR$ 24 mil · 3.049 votosR$ 7,73
Votos por real
- 2024, vereador: 267 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 191 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 87 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 54 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.