José Armando Grassi
nasceu em 1957
José Armando Grassi se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2016.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, José Armando Grassi declarou R$ 92,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 7.708 acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- José Armando GrassiR$ 92,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Fração de terras c 95000M² lote 5A seção fortalezaR$ 38,2 milTerra nua
- Cc 00558-4-SICREDIR$ 28,8 milConta corrente no país
- Camioneta GM D20R$ 13 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Quota capital sicrediR$ 9.375Quotas ou quinhões de capital
- Fração de terras c 57000M² lote N6 seção fortalezaR$ 3.249Terra nua
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, José Armando Grassi declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 5,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Frederico Westphalen (RS) · PP · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.75358,1%
- Fundo partidárioTudo de Partido ProgressistaR$ 64013,5%
- PessoasR$ 56712%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Marly Vendruscolo PrefeitoR$ 56712%
- PartidoR$ 2104,4%
Para onde foi
- Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 97220,5%
- ServiçosR$ 77716,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Frederico Westphalen (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 17,8 por voto. Quem venceu, Jacques Oliveira, gastou R$ 4,72 por voto. O voto mais caro custou R$ 196; o mais barato, R$ 4,72.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Helio PTR$ 7,9 mil · 40 votosR$ 196
- Ana Cadeirante PTR$ 8,4 mil · 171 votosR$ 48,9
- Lidio Pedro Signori MDBR$ 26 mil · 786 votosR$ 33,6
- Profe Inezinha PPR$ 7,7 mil · 360 votosR$ 21,5
- Celson De Oliveira PSDBR$ 14 mil · 707 votosR$ 19,7
- Sandrinho Da 21 PTR$ 6,7 mil · 344 votosR$ 19,6
- Adejalmo Vitalino Cerutti MDBR$ 11 mil · 629 votosR$ 17,8
- Junior Denti PTR$ 12 mil · 901 votosR$ 12,8
- Edison Dalmolin PPR$ 9,8 mil · 804 votosR$ 12,2
- Oliverio De Vargas Rosado PDTR$ 7,8 mil · 669 votosR$ 11,7
- Melancia PLR$ 5,4 mil · 749 votosR$ 7,22
- Jacques Oliveira MDBR$ 7,3 mil · 1.539 votosR$ 4,72
Votos por real
- 2016, vereador: 177 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 123 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 126 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 181 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.