José Alberto Relojoeiro
José Alberto Borges da Silva · nasceu em 1969
José Alberto Relojoeiro se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Sempre pelo PODE.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2016: 47 anos, ensino médio, relojoeiro e montador de instrumento de precisão, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado federal · Minas GeraisPODE 1909· direita· na urna, Jose Borgescandidatura não chegou à urna
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, José Alberto Relojoeiro declarou R$ 48,7 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 1,5 mi, já descontada a inflação.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- José Alberto RelojoeiroR$ 48,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, José Alberto Relojoeiro declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Três Marias (MG) · PODE · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 97251,5%
- PessoalR$ 91348,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Três Marias (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 53,6 por voto. Quem venceu, Romildo, gastou R$ 17,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 178; o mais barato, R$ 17,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- X-Claudio PSDBR$ 56 mil · 316 votosR$ 178
- Jamil Nunes PSDBR$ 13 mil · 83 votosR$ 157
- Dra. Cassia PHSR$ 26 mil · 240 votosR$ 108
- Railson PHSR$ 35 mil · 344 votosR$ 103
- Guilhermina PRTBR$ 9,7 mil · 149 votosR$ 65,3
- Ailton Ferreira PC do BR$ 21 mil · 329 votosR$ 62,8
- Paraiba MDBR$ 9,3 mil · 173 votosR$ 53,6
- Ita PVR$ 12 mil · 224 votosR$ 52,8
- Thais PTR$ 21 mil · 640 votosR$ 33,2
- Miltinho Gambá PPR$ 22 mil · 863 votosR$ 25,9
- Edna Pinheiro PSDBR$ 11 mil · 567 votosR$ 19,3
- Romildo PVR$ 11 mil · 657 votosR$ 17,4
Votos por real
- 2012, prefeito: 23 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.