Apuração
Deputado estadual · 2022 · PP

Jorginho Figueiredo

Jorge Luiz Soares de Figueiredo · nasceu em 1964

Jorginho Figueiredo se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2022, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,51← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016MDB2022PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 2 partidos: MDB (2016), PP (2022).

Dep. estadualVereadorPartidoMDBPP2016201820202022
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, suplente.

Declarou ao TSE em 2022: 58 anos, superior completo, produtor agropecuário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PP 11777· direita
    suplente1.538 votos; 118º mais votado de 371 no estado
  2. 2016
    Vereador · Bonito (MS)
    MDB 15777· centro-direita
    eleito633 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Jorginho Figueiredo teve 1.538 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 118º lugar entre 371 candidatos.

Recebeu votos em 33 cidades. Bonito deu 73,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,9%.

1.538 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 1.538 votos.
  1. Bonito (MS)1.122 votos73%
  2. Campo Grande (MS)222 votos14,4%
  3. Dourados (MS)31 votos2%
  4. Jardim (MS)20 votos1,3%
  5. Miranda (MS)19 votos1,2%
  6. Outras 18 cidades32 votos2,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Jorginho Figueiredo declarou R$ 1,6 mi em bens, em reais de hoje: 49 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.

Em 2022, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,6 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 991.574 na declaração)

Declarou 49 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.

  • Jorginho FigueiredoR$ 1,6 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,6 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Gleba de terras pastais e lavradias com a área de 214R$ 1,1 mi
    Terra nua
  2. Saldo em conta corrente junto ao banco do brasil S/AR$ 270,9 mil
    Conta corrente no país
  3. Lote de terreno com casa de madeiraR$ 65 mil
    Prédio residencial
  4. Residência nesta cidadeR$ 48,7 mil
    Prédio comercial
  5. Nissan tiida 2011R$ 48,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Cota capital junto ao sicrediR$ 15,8 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  7. Ourocap torcida pu 36 junto ao banco do brasil S/AR$ 13,8 mil
    Outros créditos e poupança vinculada
  8. Brasilprev VGBL junto ao banco do brasil S/AR$ 9.748
    Previdência VGBL
  9. Saldo em conta corrente junto ao sicrediR$ 944
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Jorginho Figueiredo declarou ao TSE R$ 104 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 54 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputado estadual · Mato Grosso do Sul · PP · suplente

De onde veio

R$ 50,6 mil
83% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 50,6 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Progressistas - Brasil - Br - NacionalR$ 42 mil83,1%
  2. Próprio bolsoR$ 8.55116,9%

Para onde foi

R$ 8.551
O maior gasto foi com material impresso: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.551.
  1. Material impressoTudo de Alziro Ozorio TeixeiraR$ 3.68743,1%
  2. ServiçosTudo de Exata Contabilidade S/C LtdaR$ 3.60342,1%
  3. InternetTudo de Rdja Comunicacoes LtdaR$ 1.26114,7%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Mato Grosso do Sul, 2022

Mediana da disputa: R$ 41,5 por voto. Quem venceu, Pedro Kemp, gastou R$ 19,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 143; o mais barato, R$ 19,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado estadual: 180 votos por R$ 1.000, 12 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 12 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.