Apuração
Deputada estadual · 2022 · PSOL

Jorgetânia

Jorgetânia da Silva Ferreira · nasceu em 1974

Jorgetânia se candidatou em 3 eleições, de 2018 a 2022, e foi eleita em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,73← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2018PSOL2020PSOL2022PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSOL.

Dep. federalDep. estadualVereadoraPartidoPSOL201820202022
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada estadual, 2022, suplente.

Declarou ao TSE em 2022: 48 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. A cor declarada mudou: preta em 2018, branca em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputada estadual · Minas Gerais
    PSOL 50130· esquerda
    suplente8.042 votos; 248º mais votada de 1.353 no estado
  2. 2020
    Vereadora · Uberlândia (MG)
    PSOL 50123· esquerda· na urna, Jorgetânia Jorgê Verê
    não eleita2.192 votos
  3. 2018
    Deputada federal · Minas Gerais
    PSOL 5005· esquerda
    suplente10.754 votos; 165º mais votada de 825 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Jorgetânia teve 8.042 votos para deputada estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 248º lugar entre 1.353 candidatos.

Recebeu votos em 159 cidades. Uberlândia deu 71,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,9%.

8.042 votos
votos para deputada estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 8.042 votos.
  1. Uberlândia (MG)5.710 votos71%
  2. Monte Alegre de Minas (MG)533 votos6,6%
  3. Araguari (MG)227 votos2,8%
  4. Ituiutaba (MG)217 votos2,7%
  5. Uberaba (MG)199 votos2,5%
  6. Outras 144 cidades573 votos7,1%
As outras 1 eleições para deputado
10.754 votos
votos para deputada federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 10.754 votos.
  1. Uberlândia (MG)6.450 votos60%
  2. Monte Alegre de Minas (MG)629 votos5,8%
  3. Ituiutaba (MG)369 votos3,4%
  4. Uberaba (MG)317 votos2,9%
  5. Belo Horizonte (MG)286 votos2,7%
  6. Outras 325 cidades1.571 votos14,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Jorgetânia declarou R$ 511,9 mil em bens, em reais de hoje: 5,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2018 e 2022, o total subiu R$ 401,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 511,9 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 425.000 na declaração)

Declarou 5,3 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2022.

  • JorgetâniaR$ 511,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 96,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 947,9 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 511,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Jorgetânia declarou ao TSE R$ 219 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputada estadual: R$ 114 mil, 89% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputada estadual · Minas Gerais · PSOL · suplente

De onde veio

R$ 114 mil
89% veio de fundos públicos; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 114 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Socialismo E Liberdade (P-Sol)R$ 99,8 mil87,5%
  2. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 6.0785,3%
  3. VaquinhaR$ 3.7403,3%
  4. Outros candidatosR$ 3.2282,8%
  5. Próprio bolsoR$ 1.2011,1%

Para onde foi

R$ 112,5 mil
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 35% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 112,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de Seven Digital LtdaR$ 39 mil34,7%
  2. Material impressoTudo de 31.264.001 Iuri Camargos MaiaR$ 37 mil32,9%
  3. InternetTudo de Dlocal Brasil Instituicao De Pagamento S.A.R$ 13,2 mil11,7%
  4. PessoalR$ 1.1431%
  5. EscritórioR$ 2250,2%

Quanto custou cada voto: deputada estadual, Minas Gerais, 2022

Mediana da disputa: R$ 30,8 por voto. Quem venceu, Cassio Soares, gastou R$ 9,33 por voto. O voto mais caro custou R$ 541; o mais barato, R$ 9,33.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputada estadual: 72 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2020, vereadora: 87 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2018, deputada federal: 287 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.