Jorge Viola
Jorge Marcos · nasceu em 1961
Jorge Viola se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 4.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012, 2016 e 2020.
Passou por 2 partidos: PDT (2004), PSB (2008–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Jorge Viola declarou R$ 134,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 54,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Jorge ViolaR$ 134,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Dinheiro em casaR$ 57,5 milDinheiro em espécie
- Automóvel GM MontanaR$ 34,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Casa de MadeiraR$ 19,4 milCasa
- Área superficial de 60000mts2R$ 11,5 milTerra nua
- Terreno urbanoR$ 7.036Terreno
- Automóvel VW BrasiliaR$ 3.591Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco 041R$ 1.487Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Jorge Viola declarou ao TSE R$ 7,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Riozinho (RS) · PSB · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Socialista BrasileiroR$ 9943,2%
- Fundo partidárioTudo de Partido Socialista BrasileiroR$ 7432,1%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 5724,7%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Riozinho (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 9,28 por voto. Quem venceu, Paulinho Do Gás, gastou R$ 3,75 por voto. O voto mais caro custou R$ 221; o mais barato, R$ 3,37.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lorena Otto PTR$ 2,4 mil · 11 votosR$ 221
- Rosangela Mattos PTBR$ 3,1 mil · 70 votosR$ 44,3
- Luana Corteletti PTBR$ 419 · 10 votosR$ 41,9
- Mamuty Petry PTR$ 4,6 mil · 109 votosR$ 41,8
- Marcio Do Sindicato PTR$ 1 mil · 62 votosR$ 16,7
- Nuni PTBR$ 560 · 60 votosR$ 9,34
- Carla Lindol PDTR$ 1,1 mil · 122 votosR$ 9,28
- Julio Brigadiano PDTR$ 430 · 53 votosR$ 8,12
- Joir Paulo Da Silva MDBR$ 659 · 130 votosR$ 5,07
- Carlão Monteiro PDTR$ 427 · 96 votosR$ 4,45
- Paulinho Do Gás PTR$ 521 · 139 votosR$ 3,75
- Alcindo PSBR$ 374 · 111 votosR$ 3,37
Votos por real
- 2016, vereador: 79 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 77 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 138 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.